Mente Medíocre (Parte 1)
("Velejando" em pensamentos..)
Andando pela rua, paro e penso... O que eu sinto meu Deus??? Na verdade eu não sinto nada...
Só consigo ver pessoas rindo; outras choram desesperadamente...
Deus do céu que porra é essa??? Não acredito que isto esteja acontecendo...
Eu não entendo o porquê de eu estar assim!!! Eu não consigo sentir mais nada...
Só consigo ver... Ver que eu não sinto mais nada... Nada além do que eu posso ver...
Sinto uma coisa sim... Ah e como sinto! Não posso explicar!!! Merda...
Eu não consigo explicar o que eu sinto...
(Lança-se a lembrança de uma mente doentia..)
Mas posso recordar ainda... Lembro que daquela vez que senti o verdadeiro amor...
Ahh... Agora sim posso sentir, e com perfeição mais apurada que qualquer orgão, capaz de sentir na natureza a perfeição... Era a perfeição...
Seu olhar e sorriso, quando avistava-me. Era a perfeição...
Nossas loucuras de madrugada, após caminharmos na areia da praia... como ela era linda...
Seu jeito de me tocar, aquele toque que me arrepiava, e fazia eu sentir aquele famoso frio na barriga.
Seu corpo suave e macio como algodão.
Meu Deus do ceú!? Como isso pode acontecer!?
Senhor dos ceús!!! O que será de mim sem a presença dela aqui???
Eu jamais consig.. (antes de terminar, ouve-se um choro..)
(Caindo na real..)
Quando percebera aquele choro, naquele instante, vendo aquelas cenas, jamas seria o mesmo...
Uma menina de aproxidamente uns 15 anos com uma criança no colo pedindo um trocado.
Ele naquele momento lembrara de sua filha que deveria estar beirando 16 anos e lembrara também que estava na condicional.
Ele jamais aceitaria a separação. Ela jamais aturaria a dor de seus socos e pontapés novamente...
Ele a matara, a sangue frio, na frente da sua filha de 7 anos.
Andando pela rua, paro e penso... O que eu sinto meu Deus??? Na verdade eu não sinto nada...
Só consigo ver pessoas rindo; outras choram desesperadamente...
Deus do céu que porra é essa??? Não acredito que isto esteja acontecendo...
Eu não entendo o porquê de eu estar assim!!! Eu não consigo sentir mais nada...
Só consigo ver... Ver que eu não sinto mais nada... Nada além do que eu posso ver...
Sinto uma coisa sim... Ah e como sinto! Não posso explicar!!! Merda...
Eu não consigo explicar o que eu sinto...
(Lança-se a lembrança de uma mente doentia..)
Mas posso recordar ainda... Lembro que daquela vez que senti o verdadeiro amor...
Ahh... Agora sim posso sentir, e com perfeição mais apurada que qualquer orgão, capaz de sentir na natureza a perfeição... Era a perfeição...
Seu olhar e sorriso, quando avistava-me. Era a perfeição...
Nossas loucuras de madrugada, após caminharmos na areia da praia... como ela era linda...
Seu jeito de me tocar, aquele toque que me arrepiava, e fazia eu sentir aquele famoso frio na barriga.
Seu corpo suave e macio como algodão.
Meu Deus do ceú!? Como isso pode acontecer!?
Senhor dos ceús!!! O que será de mim sem a presença dela aqui???
Eu jamais consig.. (antes de terminar, ouve-se um choro..)
(Caindo na real..)
Quando percebera aquele choro, naquele instante, vendo aquelas cenas, jamas seria o mesmo...
Uma menina de aproxidamente uns 15 anos com uma criança no colo pedindo um trocado.
Ele naquele momento lembrara de sua filha que deveria estar beirando 16 anos e lembrara também que estava na condicional.
Ele jamais aceitaria a separação. Ela jamais aturaria a dor de seus socos e pontapés novamente...
Ele a matara, a sangue frio, na frente da sua filha de 7 anos.
